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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Revolução.


Meu jeans desbotado,
Minha camiseta branca,
Minhas botas empoeiradas de tantas revoluções,
No peito saudades de um tempo que não sei,
E o caminho é o mesmo,
Cheio de pedras, cheio de poeiras,
Alguém que grita ao longe,
Talvez algum companheiro de enfrentamentos,
Das histórias de tantas histórias que se perderam no tempo,
E meu caminhar é lento,
Perseguindo ilusões,
De tempos de glorias,
De tantas revoluções,
E então vejo o mundo pela janela estreita de uma tela de computador,
Nascem idéias de coisas velhas,
E eu me pergunto de que são feitos os grandes heróis,
Que são sepultados como o passado,
Não quero ser herói para não ser nas mentes enterrado,
E vou viajando por esse mundo a fora
Com meu jeans desbotado,
Minha camiseta branca,
E minhas botas empoeiradas,
Fazendo tantas revoluções,
As da alma,
Da mente,
E do coração.

Raquel Luiza da Silva.

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