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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Carta de amor.


Queria eu aprisionar todas as minhas vidas num único abraço,
Entender a beleza real dos sentimentos que me circundam,
Apenas para descobrir no calor de teus beijos a real razão de viver.
E teu amor me bastaria nessa terra de sonhos, de ilusões efêmeras,
De inexplicáveis sentimentos onde o amor se cala diante dessa tal razão,
Razão que não que explica a ausência ou peso da saudade.
E num papel faço por zelar todo meu sentimento,
A te encontrar em algum lugar,
Em alguma parte,
Em algum canto, desse recanto imenso,
Onde te escondes de meu calor, mas não poderá fazê-lo do que sinto, do que sentes.
E assim vou seguindo,
Contando sois, contando luas...
Num passo infinito de dias, meses e anos,
Aprisionado nas horas dessa era,
E eu te procuro loucamente na imensidão de meu infinito,
Seguindo sem rumo,
Sem saber explicar ao coração que seu amor lhe basta,
Que apenas teu calor,
Somente teu calor o aquecerá, derretendo todo gelo de desilusões anteriores,
E tu, somente tu será capaz de encher minha vida com o verdadeiro amor,
Preso numa folha de papel, mas com a liberdade e a graça das aves do céu.

Raquel Luiza da Silva

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