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domingo, 14 de março de 2010

Verdade.


Em algum lugar na baixada do mar se esconde,
Ou será nos bolsos de algum conde?
Tão brilhante joia de lampejos mil,
Ou será pequena pedra que ninguém viu?
Tem a sutileza da sorte
Ou será a agonia do moribundo á espera da morte?
Tem a clareza dos finos véus,
Ou traz em si o gosto amargo do fel?
Tem a leveza em si,
Ou quem sabe grades que impeçam de sorrir?
É procurada com fervor,
Ou por vezes escondida com temor?
Abre-se quase sempre em clarões,
Ou carece do silêncio em bocas de guardiões?
É tão buscada por vários artifícios,
Ou será escondida para não se perder os princípios?
Há tantas respostas,
Ou ela é a resposta que há?
Nunca se saberá.
Pois cada um a guarda ou traz á tona sempre que precisar,
Cheia de respostas é algo que por muito tempo não se pode privar,
Adormece,
Mas nunca morre,
Talvez se oculte ou demore,
Mas não existe nesse plano ou realidade,
Quem esconda ou se esconda da temível ou aliviante Verdade.

Raquel Luiza da Silva

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