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terça-feira, 25 de maio de 2010

Tesouros.


Tenho saudades de coisas que guardo na memória,
Meu recanto de mil histórias,
Um lugarzinho de tantas liberdades,
Esculpido de tanta doçura e verdades,
A infância cheia de encantos,
A adolescência do primeiro beijo,
Pessoas que ficaram tão distantes, mas que na mente ainda vejo,
Um sorriso dado,
Um abraço apertado,
A família reunida,
O desejo do regresso após a partida,
O segredo jamais revelado,
O que não tinha necessidade de ser guardado,
São para mim fiéis tesouros,
Que guardo no peito, lugar que denomino como minha caixinha de ouro.

Raquel Luiza da Silva.

2 comentários:

  1. Lindíssimo, Raquel! Revele, sim, ao Mundo a sua alma de poeta! Poetas e poetisas são pessoas sensíveis que deixam falar o coração, ainda que esse coração traia os mais firmes propósitos de seus segredos ocultar!
    Vá em frente, levando sensibilidade ao Mundo carente de afetos, porque por demais materialista! Conte, sempre, com o meu aplauso!
    Beijos, conterrânea!

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  2. Seu caixinha de ouro abre e mostra-nos este lindo poema.

    Beijos Raquel!!

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