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terça-feira, 11 de maio de 2010

O poeta e Ela





O poeta zela pela sua amada, eternizada em seus versos,
Olha-a adormecida em cada estrofe,
Em que ela olha-o com os olhos de amor,
Beija-o com os lábios doces,
E adormece em seus braços com um sorriso eterno.

A cada palavra que surge,
Ela toma nova forma,
Nova vida,
É a fidalga, a meretriz, a plebéia...
É apenas sua, unicamente sua.

Sente-se um criador, dando vida a sua obra prima,
È de sua alma que ela nasce E se espreguiça no papel outrora em branco,
Toma vida, toma brilho,
E se reveste de magia a ponto de senti-la, ali ao seu lado.

Suas mãos não se cansam,
Seu peito arde em paixão,
E ela se revela, á luz do candeeiro,
Tão nítida...


Quantas vidas tivesse, a recriaria,
Apenas para imaginá-la sorrindo,
Cantando e dançando.
Musa, sua musa, que povoa sua imaginação,
Em si tão viva e real quanto a própria razão

Raquel Luiza da Silva

2 comentários:

  1. Hola Raquel ¡que lindo este poema!
    Tu alma también se eleva y se extiende hacia el infinito.
    Mucha suerte para ti, siempre.

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  2. O POETA PODE SER UM FINGIDOR COMO DIZ PESSOA, MAS TAMBÉM É UM SONHADOR, QUANDO EM PLENO SOFRIMENTO ELE ARRANCA DE SEU INTERIOR A MULHER IMAGINADA,PERFEITA.O CRIADOR E A CRIATURA AMADA,DESEJADA,SONHADA!

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