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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sou.




Eu diria a essa montanha lança-te ao mar,
Oxalá fosse minha fé do tamanho de um grão de mostarda.
Sempre perco-me por entre mundos de conhecimentos e ignorância nata,
Sou tão humana quanto minhas conflituosas palavras,
Por vezes crente nos sonhos que me aparecem em espasmos,
Por vezes cética diante do que posso tocar,
Vislumbrando o mágico mundo em sua mutação frenética á minha frente,
Sou luz,
Sou trevas,
Tudo num estado de espírito totalmente humano,
Natural,
Moldado pela divergente forma de ver,sentir, agir e pensar...
E é essa complexidade de coisas pequenas que moldam-me,
Tão cheia de perguntas sem respostas, de regras indefinidas...
Magia visionária de uma alma abrasiva, penetrante...
De um coração relaxado, por vezes amante, por vezes amargo...
E diante de meus olhos erguem-se as montanhas,
Pesadas...
Negras...
Oxalá tivesse eu a fé do tamanho de um grão de mostarda...

Raquel Luiza da Silva.

2 comentários:

  1. Por vezes de tão confuso é o personagem, que chego a me confundir entre sua necessidade de se auto-afirmar como pessoa e sua fé diante do mundo.

    Parabéns menina!

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