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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Oh doce lua...


Oh doce lua!
De incontáveis mistérios,
Embriago-me com sua doçura nesta terra,
Alimentando minha alma de poeta.

Oh doce artificial!
Da melancolia é puro cristal,
Amada pelas águas do mar,
Natural na arte de fazer sonhar.

Oh brilho intocado!
Que tens o homem em seu solo pisado,
Sem tirar de ti o esplendor,
És ainda o astro do amor.

Oh criança risonha!
Espalhando seu brilho na vida de quem sonha,
Será do guerreiro Jorge a morada?
Ou de ti se apossou como amante, eterna namorada?

Oh bela fidanzata,
Sua beleza aos amantes embriaga,
Rimada em versos e prosas,
Seja cheia, minguante, crescente ou nova.

Oh menina faceira!
É cantada pelo apaixonado seresteiro,
Que com sua doce voz te vem brindar,
Exaltando-te em sua arte de amar.

Oh doce...
Oh doce lua!
Amante dos ternos vagabundos,
Que esperam a ti desposar.

Oh doce ilusão!
Doce como as ondas do mar,
Fazendo caminhos na terra,
Se tornando inspiração aos que fazem da vida a arte de amar.

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