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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Emaranhado.



Por vezes penso que não tenho um coração,
Trago no peito um emaranhado de palavras que lutam para serem libertas,
O órgão pulsante desgastou-se com o tempo, talvez,
Foram tantos sentimentos que desfez-se em pedaços pela história...
O que trago no peito nada mais é que emaranhado de palavras,
Do tipo que lutam para serem libertas,
Se não as deixo livres sufocam-me,
Se não as deixo partir intoxicam-me,
Mas pulsam com a intensidade do órgão que desfez-se ao longo da história.


Raquel Luiza da Silva.

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