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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Infinito que sou eu.





Não quero o pudor dos corpos intocados,
Nem a beleza de cera dos rostos fingidos,
Quero a liberdade dos cativos em si mesmos,
Para alçar voo nesse infinito desconhecido que sou eu.

Raquel Luiza da Silva.

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