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domingo, 26 de agosto de 2012

Dualidade.


Penso que tenho duas almas nesse frágil corpo,
Uma livre por ai está,
Quando?
A que horas?
Não sei em que Era regressará...
A outra é tão  cômoda,
Das aventuras desse mundo preserva-se,
É tão singela e dócil,
Que prende-se observando da janela os rostos pela  rua,
Em versos de inacabadas palavras,
Que definham-se ao toque dos primeiros clarões da lua.


Raquel Luiza da Silva.


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