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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Luz.


Ainda há flores no jardim,
Ainda há algumas cartas sobre a mesa,
Ainda há fotos espalhadas pela casa...
Por favor, abra a janela,
Deixe que a luz entre e invada-me,
Esse ostracismo precisa partir,
Tantas lembranças podem ficar ao acaso,
Por favor, abra a janela e deixe que a luz invada-me,
Hoje preciso secar as lágrimas,
Abrir o peito,
Abraçar a vida...
Deixar que a luz invada-me,
Olhar as cicatrizes como borboletas invisíveis aprisionadas na pele da alma,
Mudar de lugar o sol e trazer todo calor para cá,
Abrir todas as janelas, absorver toda luz!
Por favor, abra a janela...
Preciso regar as flores,
Dançar na chuva,
Apanhar conchas na praia,
Oh céus! Eu preciso de Luz!
Abra todas as janelas!
Abra todas as janelas!
Preciso esquecer-me de lembrar do que se passou,
Não mais,
Nada mais...
Apenas viver!
Fechar os olhos e enxergar o que você traz de bom nesse peito,
Para isso eu preciso de luz e calor...
Preciso de você...
Oh céus! Eu preciso de Luz!
Abra as janelas!
Abra todas as janelas!

Raquel Luiza da Silva.

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