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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Qualquer lugar serve.


Hoje não sei para onde vou,
De acordo com o poeta qualquer lugar serve,
E não sei o que levar em minha bagagem,
Roupas, histórias, bilhete de viagem...
Para onde vai o sol quando a terra dorme?
Talvez seja um bom destino,
Seguindo a passos lentos,
Tão lentos quanto minha evolução,
Embalando sonhos num pequeno coração,
A intensidade de minha caminhada é algo que desconheço,
Talvez intensa seja a vontade de chegar,
Num dito ou tal lugar,
E não creio que me valha um mapa,
Num momento de viagem, de condução abstrata,
Um vento artificial, imaginado, a tocar meus cabelos em meio ao nada,
E a imagem de vários lugares a passarem por meus olhos fechados,
Qualquer lugar serve...
Ainda que eu não acredite nisso,
Eu insisto em viajar,
Partindo de mim para um inventado lugar.


Raquel Luiza da Silva.

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