Saudade é o doce veneno...
... da alma que ri em seu infinito tormento.
RLS
terça-feira, 5 de agosto de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
Júlia
Pequeno anjo sem asas,
Olhar inocente sem necessidade de palavras,
Seu doce sorriso tão silencioso faz festa pela casa...
E os minutos contigo...
Tão doce abrigo,
Tão sossego sem fim,
Faz parte dessas horas,
Faz parte de mim.
Nem mesmo o afugentar do sono,
Nem mesmo a necessidade de abandono,
Nem mesmo o cansaço...
Tiram o prazer de tê-la em meus braços.
E sou tão grata á Deus por doce dádiva,
Por merecer esse grãozinho de ouro,
Que sempre será guardado entre meus tesouros,
Nesse lugar mais seguro da terra...
Coração de mãe,
Onde tudo que é verdadeiro e valioso se encerra.
Raquel Luiza da Silva
terça-feira, 27 de maio de 2014
...
Vou-me embora,
Vou buscar o que deixei,
Lá do lado de fora,
Desse mundo que sou eu.
Raquel Luiza da Silva.
Vou buscar o que deixei,
Lá do lado de fora,
Desse mundo que sou eu.
Raquel Luiza da Silva.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Grande senzala.
Somos filhos dessa grande senzala,
Nascidos de ventres livres e mentes
acorrentadas,
Somos filhos dessa nação que geme,
Desse povo que sofre, que torce, que se arrepende...
E dirão que somos pobres, oprimidos...
Comprimidos nessa falta de vontade de poucos em seus ternos de bons alfaiates.
Somos filhos dessa terra de vultuosa riqueza, de vasta beleza, de poucos arremates.
E no cair da noite o samba é algo ligeiro,
Vozes cansadas, vozes em desespero.
Enquanto a bola rola o povo se enrola,
E tudo parece tão perfeito...
A fome tamborila seus dedos magros no estômago do trabalhador,
Tantos morrem nas filas por falta de um doutor,
A violência se alastra feito fumaça...
A educação tem-se que trazer de casa, pois cá fora não há não.
E nas televisões, compradas em tantas prestações vamos ver nossa aclamada seleção...
E a bola vai rolar nos estádios construídos com o sacrifício de nossas mãos,
Desse povo que canta uma triste canção depois de mais um dia de trabalho...
Que tem que se virar nos trinta com o mínimo de um salário.
No final das contas somos todos brasileiros,
Misturas de raças,
De povo guerreiro...
Mas muitas vezes esquecemos como é que se luta
Por medo? Para manter a conduta?
Não sei dizer...
Talvez a culpa seja desse título que nos força a sermos eleitores.
Promessas e promessas de analfabetos e doutores...
Que nos prendem em correntes invisíveis que arrastamos por toda uma vida,
Nesse círculo vicioso sem aresta para saída.
E a senhora presidente vai aparecer mais uma vez contente dizendo que o Brasil é o país de todos...
E quando a bola rolar vamos esquecer nossas mágoas e todas as lutas e tantas batalhas...
Vamos mais uma vez crer...
E sorrir...
E viver...
Nessa terra que filho chora e mãe não vê.
Raquel Luiza da Silva.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Janelas.
Eram janelas,
Apenas um par de janelas...
Não se pode descrever sua amplitude,
Não se pode descrever ou ignorar suas verdades...
Alguns as temiam abertas,
Outros as temiam fechadas.
Outros notavam apenas a fachada.
Mas, se observassem com maior tranquilidade, talvez algo notassem.
E outros poucos, percebiam na doce beleza de cores áureas,
Cristalinos de reflexos estupendos...
Que tais janelas, refletiam a alma.
Raquel Luiza da Silva.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Aqui dentro.
Havia muito barulho lá fora, então resolvi ficar aqui dentro...
Aqui dentro de mim,
No meu silêncio,
No meu cantinho...
Aqui dentro,
No calorzinho da saudade,
No aconchego das lembranças,
No doce embalo da canção que nunca se cala,
Resolvi ficar...
Havia muito barulho lá fora...
RLS
Aqui dentro de mim,
No meu silêncio,
No meu cantinho...
Aqui dentro,
No calorzinho da saudade,
No aconchego das lembranças,
No doce embalo da canção que nunca se cala,
Resolvi ficar...
Havia muito barulho lá fora...
RLS
segunda-feira, 10 de março de 2014
...
Adormece a alma no limbo da saudade,
Tão pouco tempo de horas intermináveis,
O coração em seu pulsar lento,
Sonolento pulsar de tormentos,
E a vida segue... segue... segue...
RLS
Tão pouco tempo de horas intermináveis,
O coração em seu pulsar lento,
Sonolento pulsar de tormentos,
E a vida segue... segue... segue...
RLS
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Morbidez.
Quando a morte me encontrar, quero que me encontre com a alma limpa,
Com o coração puro e a mente tranquila.
Que eu tenha um bom livro de cabeceira terminado,
Uma xícara de chá ainda quente,
E a lembrança do tempo, do tempo presente.
Quero ouvir uma canção que fale de saudade,de momentos...
Talvez,talvez felicidade.
Desejo dela apenas alguns míseros minutos,
Um breve momento para ajeitar os cabelos,
Desamarrotar as vestes,
Um último suspiro...
Um ultimo sorriso.
Talvez, talvez que seja o infinito.
E no correr das horas,
O tempo lá fora,
Folha seca de inverno,
Eu mergulhada num infinito mistério,
Inferno de pensamentos mórbidos,
Será a morte, apenas o fechar de olhos?
Raquel Luiza da Silva.
Com o coração puro e a mente tranquila.
Que eu tenha um bom livro de cabeceira terminado,
Uma xícara de chá ainda quente,
E a lembrança do tempo, do tempo presente.
Quero ouvir uma canção que fale de saudade,de momentos...
Talvez,talvez felicidade.
Desejo dela apenas alguns míseros minutos,
Um breve momento para ajeitar os cabelos,
Desamarrotar as vestes,
Um último suspiro...
Um ultimo sorriso.
Talvez, talvez que seja o infinito.
E no correr das horas,
O tempo lá fora,
Folha seca de inverno,
Eu mergulhada num infinito mistério,
Inferno de pensamentos mórbidos,
Será a morte, apenas o fechar de olhos?
Raquel Luiza da Silva.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
....
Há quem diga que saudade é dor,
Há que diga que saudade é ferida aberta que nunca cicatriza,
Há quem diga que saudade é vazio...
Há quem sinta que saudade é tudo isso...
RLS.
Há que diga que saudade é ferida aberta que nunca cicatriza,
Há quem diga que saudade é vazio...
Há quem sinta que saudade é tudo isso...
RLS.
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